Eu construo software perto do ponto em que arquitetura deixa de ser desenho e passa a ser consequência.
Crônicas da Engenharia de Software é a forma que encontrei de escrever sobre essa linha. Os incidentes, times e conflitos fictícios estão aqui porque o trabalho real de software raramente falha como um problema técnico limpo. Ele falha por pressão, incentivos, decisões incompletas e sistemas que lembram cada compromisso assumido.
Atuo como Engenheiro de Software e Arquiteto com foco em .NET, C#, arquitetura, sistemas distribuídos, cloud e infraestrutura, integração com IA, desenvolvimento full-stack, sistemas corporativos, liderança técnica e modernização. Esses rótulos importam menos do que o hábito por trás deles: encontrar a forma de um sistema, entender por que ele ficou assim e ajudá-lo a evoluir sem fingir que o passado não aconteceu.
Esta plataforma não é um currículo. É um registro longo de engenharia: parte narrativa, parte nota de campo, parte memória arquitetural. O objetivo é tratar engenharia de software como uma prática humana moldada por ferramentas, história, prazos, risco e decisões que os times continuam pagando meses depois.